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Novo Hamburgo e sua história - Da fundação à emancipação política - 1824 - 1927

O jornalista e escritor Felipe Kuhn Braun publica seu quinto livro, agora sobre a história de Novo Hamburgo. Primeiramente o autor escreve sobre o histórico do nome do município, cuja verdadeira origem ainda gerava muitas controvérsias. Felipe escreve sobre a ocupação de Lomba Grande, interior do município, que surgiu na mesma época do bairro antigo mais conhecido, Hamburgo Velho.
Felipe traz os nomes e datas dos primeiros moradores alemães instalados na localidade de 1824 a 1829. Também descreve sobre a atuação dos alemães recém chegados em Novo Hamburgo na Revolução Farroupilha, sobre a comunidade evangélica, a primeira escola em Hamburgo Velho e os católicos da paróquia Nossa Senhora da Piedade de Hamburger Berg. Felipe escreve sobre os escravos, sobre a Guerra do Paraguai, a construção da estrada de ferro e o desenvolvimento gerado após a vinda dos trilhos.

Braun também escreve sobre todos aqueles personagens que ajudaram a desenvolver a localidade no século XIX e início do século XX, boa parte deles nascidos na Alemanha, escolheram Novo Hamburgo como cidade para viver. Entre as curiosidades descritas pelo jornalista, está o histórico dos liliputenses e da herança para os Schaefer hamburguenses.

Os Liliputenses eram um grupo de anões que se apresentavam em diversas cidades pelo mundo e que se apresentaram em Hamburgo Velho na década de 1910. Os Schaefer eram uma família que se instalou no Vale dos Sinos, que escondia um segredo que foi descoberto quase cem anos depois pelos seus parentes hamburguenses. Todo o mistério sobre a vinda da família para o Brasil foi descoberto após a chegada de uma carta do governo dos Estados Unidos, na qual constava que eles deveriam receber uma grande herança familiar, motivo que fez com que eles pesquisassem com afinco sua genealogia e procurassem ser representados nos tribunais da Pensilvânia.

Felipe escreve o histórico do Colégio Santa Catarina e do antigo Colégio São Jacó. Descreve como foi o processo de emancipação do município e como foi a construção e os festejos do centenário da imigração alemã com a construção do monumento ao imigrante em 1924. O escritor termina o livro contando o porquê do apelido dos hamburguenses, conhecidos como Spritzbier e a antiga rivalidade com os habitantes de São Leopoldo, conhecidos na época como Capilé.