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Adam Schneider

Emigrou para o Brasil com a esposa e oito filhos, chegaram a São Leopoldo em 29 de dezembro de 1825, pasageiros do bergantim-escuna Galvão e da galera Bremen Friedrich Heinrich, chagada ao Rio de Janeiro em 08 de novembro de 1825. Carpinteiro, evangélico, nascido no ano de 1785, em Breitsetzerhof em Birkenfeld (perto de Foheren), se casou com Catarina Dickfeld (Dickes), nascida no ano de 1784. Pais de oito filhos imigrantes: Jacob Frederico, colono em Campo Bom, nascido no ano de 1807 em Schmidthachenbach em Birkenfeld, se casou no ano de 1830 com Margareta Rech; João Frederico Jacob, comerciante no Passo de São Leopoldo, nascido no dia 06 de janeiro de 1807 em Fohren-Linden em Birkenfeld, se casou no dia 03 de novembro de 1844 com Maria Elisabeta Schreiner, onde foram pais de Maria Magdalena Elisabeta, casada Schmidt; Elisabeta Felipina Margarida, nascida no ano de 1814 em Breitsetzerhof, perto de Fohren em Birkenfeld, se casou com Fernando Augusto Maximiliano Kersting, camandante da Companhia de Caçadores de Voluntários Alemães na Guerra dos Farrapos; Daniel, nascido no ano de 1816 e falecido assassinado em 1839 na Revolução Farroupilha; Carolina, nascida no ano de 1822 em Fohren em Birkenfeld, se casou no ano de 1841 com Carlos Müller. Juliana, nascida no ano de 1821 em Fohren-Linden em Birkenfeld, se casou no dia 24 de abril de 1842 com Felipe Grün; e Adão, nascido no ano de 1824 e falecido no ano de 1908 em Bom Jardim, hoje Ivoti (Berghanerschneis), se casou no dia 06 de outubro de 1869 com Elisabeth Müller (Wolf). Faleceu em Hamburgo Velho em 1849.